Em meio ao caos de comunicação, redes, cidades inchadas, pessoas tristes, stress que se propaga como vírus, vírus virtuais e outros não tão virtuais, medos e ausências, abro um espaço para respiro.
Gentilezas urbanas, espaços ínfimos para um outro que pode ser qualquer um, inclusive o seu par mais próximo. São cumprimentos, são ouvidos atentos, são paciências, são tempos.
Invasões bárbaras são ocupações momentâneas do espaço público que lhe pertence, são trocas rápidas, são zonas autônomas temporárias que se instauram e se dissolvem, buscando o espaço dedicado à gentileza.
Auto-ecologia é não permitir que fatores externos contaminem você, é se proteger do que é ruim: arte ruim, comida ruim, conversa ruim, gente ruim.
Faço arte porque educa e disciplina. Educa para a diversidade, educa para a vida. Vivo para experiênciar a arte, a cultura, a educação, a comida, os prazeres, tudo o que nos atravessa!
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